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domingo, 8 de julho de 2018
Nossas Práticas: PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL
PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL
Profissional responsáveil: Kátia Santos
“A Psicomotricidade Relacional é uma metodologia que possui uma teoria e uma prática específica. É uma experiência vivida no corpo, uma maneira de estabelecer uma comunicação maia autêntica com o outro. Seus efeitos precisam ser sentidos na pele daquele que se pretende ser psicomotricista relacional para que suas intervenções possam tocar o outro”. (Ana Guerra, 2017).
sábado, 31 de março de 2018
Nossos Profissionais
KÁTIA
MARIA GOMES SANTOS
Graduada em Psicologia
(Facho);
Especialista
em Psicomotricidade
Relacional (ICONE) e
Desenvolvimento Humano (CIAR); Especialização em Avaliação
e Reabilitação Neuropsicológica
e Neuropsicologia da Educação (Faculdade de Ciências Humanas-
ESUDA).
Atua na UCIS
Profº Guilherme Abath na prática
de Psicomotricidade e Acolhimento
Infanto-Juvenil, e como
coordenadora de linha de cuidado Infanto-Juvenil.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Nossos Profissionais
Bianca
Pontes
de
Albuquerque
Possui
graduação
em
Educação
Física
pela
Universidade
de
Pernambuco
(1994).
Atualmente
é
funcionária pública -
Secretaria
de
Educação
de
Pernambuco.
Tem
experiência
na
área
de
Saúde
Pública,
Ginástica
Laboral,
Natação,
Hidrorginástica,
Yoga
e
tem
especialização
em
Psicomotricidade
Relacional.
Atua no Núcleo de Apoio em Práticas Integrativas como Psicomotricista Relacional.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Experiência de Recife em Fortaleza
Nos dias 30 de maio a 01 de
junho, aconteceu em Fortaleza o I Congresso Internacional de
Psicomotricidade Relacional. O evento foi organizado pela ABPR -
Associação Brasileira de Psicomotricidade Relacional e NEPPCIAR -
Núcleo de Estudos e pesquisas em Psicomotricidade Relacional do
Centro Internacional de Análise Relacional - CIAR.
![]() |
| Kátia Santos, durante a apresentação da experiência da UCIS |
A Psicóloga e Psicomotricista
Relacional Kátia Santos, profissional da UCIS Professor Guilherme
Abath e do Centro Integrado de Saúde - CIS, apresentou um trabalho
abordando o tema Psicomotricidade
Relacional: Uma Experiência Implantada em Unidade de Saúde do
Recife. A
mesma relatou sua experiência, que é pioneira na rede de saúde com
a terapia psicomotora. Esta prática vem funcionando desde fevereiro
de 2010 com acompanhamento sistemático de crianças e adolescentes
socialmente desfavorecidos e em situações de vulnerabilidades. Em
janeiro deste ano a rede de cuidados foi ampliada com a chegada das
profissionais Bianca Pontes
e Deborah Melo, vinculadas ao Núcleo de Apoio à Práticas
Integrativas (NAPI).
Atualmente é disponibilizado
o acompanhamento das crianças e adolescentes com a prática da
Psicomotricidade Relacional nos distritos sanitários I, II, III, IV
e V, mas, devido à referência da UCIS Guilherme Abath, crianças de
cidades vizinhas e do interior do estado também estão sendo
beneficiadas.
O
tema diversidade e perspectiva de inclusão teve como objetivo unir
experiências dos profissionais que atuam na área de desenvolvimento
humano e, principalmente, daqueles ligados às áreas de educação e
saúde, posicionando a Psicomotricidade Relacional como método que
comprovadamente abre novos caminhos no desenvolvimento do potencial
humano, instigando ações inclusivas que elevam o nível de
participação ativa na sociedade, efetivando o conceito de
cidadania, atuando de forma direta na educação infantil,
fundamental, educação especial, entre outros.
O encontro
constituiu-se como uma oportunidade para compartilhar e promover a
integração de práticas e estudos ligados a este método de
trabalho, mas, principalmente, marca um diferencial no âmbito da
saúde e educação, porque se propõe a dar uma atenção especial
às práticas inclusivas na educação, na clínica e na sociedade,
levando em conta o aproveitamento máximo da diversidade inerente às
relações humanas.
Participaram grandes nomes
nessa área, que asseguraram uma programação inédita com superação
das expectativas de um encontro memorável:
Anne
Lapierre - França - Criadora
da Psicomotricidade Relacional e da Análise Corporal da Relação
Miguel
Llorca Llinares - Espanha - Doutor
em Educação, Psicólogo, Psicomotricista e autor de vários livros
sobre o assunto).
Leopoldo
Vieira - Brasil - Mestre
em Educação Especial pela UERJ, Pós-Graduado em Movimento Humano
pela Boston University, Pedagogo, Educador Físico, Analista Corporal
da Relação Didata, Psicomotricista Relacional Didata, Diretor do
CIAR, autor de artigos científicos e livros publicados sobre o tema
Maria
Isabel Bellaguarda Batista – Brasil -
Psicóloga, Psicomotricista
Relacional Didata, Analista Corporal da Relação, Diretora do CIAR
Fortaleza, autora de artigos científicos e livros publicados sobre o
tema
Ibrahim
Danyalgil Jr. - Brasil
- Educador,
Psicomotricista Relacional, Analista Corporal da Relação,
Presidente do capítulo Pernambucano da SBP, Diretor do Ícone -
Desenvolvimento Psicomotor em Recife.
Rejane
Maia – Brasil – Mestre
em Psicologia e Desenvolvimento pela Universidade Autônoma de Madri
e pela Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais da Argentina,
nas quais fez pós-graduação em Construtivismo e Educação.
Licenciada em Pedagogia. Diretora Pedagógica da Escola Apoio – PE
e consultora educacional na área de formações continuada de
professores.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
PSICOLOGIA FORA DE FOCO
O evento acontecerá na UFPE, nos dias 21 e 22 de fevereiro, e na sexta-feira contará com a presença de dois profissionais do NAPI/ UCIS Guilherme Abath, os psicólogos Kátia Santos; que falará sobre sua experiência com a Psicomotricidade Relacional; e Tiago Ribeiro; que abordará o tema Constelação Familiar Sistêmica.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
DINÂMICA DAS SENSAÇÕES
“Eu tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo.”
(Carlos Drumond de Andrade).
Facilitadoras: Kátia Santos e Sônia Nascimento
A dinâmica das sensações foi pensada a partir do conceito que somos as nossas memórias marcadas em nosso corpo, a oficina foi feita durante a semana comemorativa de aniversário da UCIS Guilherme Abath, em setembro deste ano.
As facilitadoras possibilitaram aos participantes vivenciarem momentos de prazer e resgate da sua história de vida desde a infância até os dias atuais como uma viagem no túnel do tempo. Foi usada essência de lavanda para harmonizar o ambiente, as músicas estavam presentes em vários momentos, desde o primeiro contato as pessoas foram provocadas a desenvolver suas próprias idéias e lembranças sobre sons ambientes, conforto, incômodo, aromas, degustações (com bombons e chocolates), brinquedos (bolas, bolinhas de gude), acessório infantil (laço de fita rosa) e materiais que emitiam barulhos suaves, proporcionando as diferentes sensações ao longo espaços percorridos.
Todos caminharam no seu tempo entrando em contato com os materiais, com as músicas e aromas. Á medida que os participantes contactavam, emitiam sons que reafirmavam prazer no contato, nos momentos vividos, resgates culturais, gargalhadas e emoções. Todas as expressividades psicomotoras estavam presentes, o corpo queria tomar consciência de suas possibilidades, reconhecer suas dimensões e expressar-se, todos se libertaram e deixaram seus corpos fluírem de acordo com os ritmos musicais.
“Foi lindo observar corpos libertos de tabus, culpas e preconceitos”, afirma Kátia Santos, Psicóloga e uma das facilitadoras da oficina. Com o decorrer da dinâmica os participantes foram levados a acalmar o corpo para estabelecerem um contato mais profundo através do toque. Foi solicitado a todos que sentassem em círculo, as profissionais explicaram ao público da oficina que o toque tem múltiplas funções e que toda a vivência humana está profundamente associada ao toque como forma de comunicação. Segundo Kátia, o toque foi uma das primeiras terapêuticas descobertas pelo ser humano, a estimulação pelo toque é necessária para o bem-estar físico e emocional, ele origina alterações e sensações que influenciam a forma de estar do ser humano.
Algodão, creme hidratante, lavanda e óleos essenciais, foram oferecidos para estimular o contato com seu próprio corpo, ou seja, estabelecer um diálogo tônico seguido dos seguintes questionamentos: O que sinto quando me toco? A que momento da minha vida me remeto? Onde anda minha criança interior? Qual o meu movimento em relação a minha vida? Como estou aqui e agora? A música Sensações da cantora Paula Fernandes foi utilizada durante a oficina (escute aqui). A Finalização foi feita com acolhimento da fala de todos e agradecimentos pela oportunidade de partilha de todas as sensações.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Psicomotricidade Relacional
A psicomotricidade relacional estuda o homem através de seus movimentos e sua relação com o interior e com o mundo externo. Esta ciência toma o corpo como referência do aprendizado, das relaçoes com os outros e de seu próprio funcionamento.
Atraves de jogos e brincadeiras o terapeuta observa os conflitos, medos e outros aspectos relacionados a personalidade do indivíduo, no caso crianças de entre 6 e 15 anos. As atividades tem o intuito de ajudar o desenvolvimento da criança como pessoa focando nas possibilidades de crescimento e não em suas dificuldades.
A psicomotricidade é indicada para crianças que apresentam queda de rendimento escolar, dificuldade de expressão verbal ou escrita, deficit de atenção, agressividade, falta de limites, medos, hiperatividade, dificuldade de intergação, falta de iniciativa entre outras características que são avaliadas pelo psicólogo responsável pela terapia.
Katía Santos é a psicóloga responsável pela Psicomotricidade na Unidade de Cuidados Integrais à Saúde Professor Guilherme Abath, atende nas terças e sextas pela manhã e nas quartas à tarde. As crianças podem ser indicadas pela escola ou através do conselho tutelar. O agendamento da avaliação é feito através do telefone 3355-6142.
Atraves de jogos e brincadeiras o terapeuta observa os conflitos, medos e outros aspectos relacionados a personalidade do indivíduo, no caso crianças de entre 6 e 15 anos. As atividades tem o intuito de ajudar o desenvolvimento da criança como pessoa focando nas possibilidades de crescimento e não em suas dificuldades.
A psicomotricidade é indicada para crianças que apresentam queda de rendimento escolar, dificuldade de expressão verbal ou escrita, deficit de atenção, agressividade, falta de limites, medos, hiperatividade, dificuldade de intergação, falta de iniciativa entre outras características que são avaliadas pelo psicólogo responsável pela terapia.
Katía Santos é a psicóloga responsável pela Psicomotricidade na Unidade de Cuidados Integrais à Saúde Professor Guilherme Abath, atende nas terças e sextas pela manhã e nas quartas à tarde. As crianças podem ser indicadas pela escola ou através do conselho tutelar. O agendamento da avaliação é feito através do telefone 3355-6142.
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